Bloomberg aponta Angola entre os grandes beneficiados da crise com o Irão
A escalada militar no Médio Oriente pode trazer ganhos inesperados para Angola. A Bloomberg considera que a economia angolana figura entre as mais beneficiadas em África com a guerra envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão, sobretudo devido à subida acentuada do preço do petróleo.

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Segundo a analista da Bloomberg Economics, Yvonne Mhango, caso o barril se mantenha próximo dos 85 dólares, países produtores como Angola, Nigéria e Gana deverão registar melhorias nas suas balanças correntes. No caso angolano, o impacto positivo poderá atingir até 3,3 por cento do Produto Interno Bruto, reforçando as contas externas do país.
A especialista alerta, no entanto, que o cenário não é isento de riscos para o continente. O aumento do preço do petróleo pode pressionar moedas africanas, intensificar a inflação e reacender o debate sobre eventuais subidas das taxas de juro em várias economias.
Nos mercados financeiros, os efeitos já se fazem sentir. Os investidores começaram a exigir juros mais baixos para negociar dívida africana, tendência que também beneficiou os eurobonds de Angola, cujas taxas registaram recuo no mercado secundário. O movimento acompanha uma melhoria gradual das condições financeiras no continente, impulsionada por reformas económicas e acordos com instituições internacionais.
A valorização do petróleo ocorre após a ofensiva militar lançada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão no final de Fevereiro, conflito que desencadeou ataques de retaliação e provocou forte instabilidade na região do Golfo. Desde então, o preço do Brent disparou cerca de 14 por cento nos mercados internacionais, enquanto analistas mantêm cautela quanto à duração real deste impacto nas economias africanas.
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